Os vinhos italianos seguem uma rotulação especial e que a primeira vista parece confusa. Como o país tem cerca de 400 regiões produtoras de vinhos exclusivos, sua regulamentação leva em conta a origem ou a indicação geográfica. Eles são certificados segundo a localidade, as uvas cultivadas, o tipo de solo, a altitude e até mesmo as interferências climáticas de insolação e quantidade de chuva, que em conjunto determinam a unicidade do produto.

Confira abaixo as regiões italianas e seus respectivos tipos de uva:

Na classificação italiana, os vinhos são denominados D.O.P (denominazione di origine protetta) ou I.G.P. (indicazione geográfica protetta). Os vinhos D.O.P podem ser D.O.C.G  (denominazione di origine controllata e garantita) ou D.O.C (denominazione di origine controlatta). Os vinhos I.G.P. incluem também os I.G.T. (indicazione geografica tipica). Os demais vinhos que não atendam a esta classificação, são considerados Vino di tavola, ou vinho de mesa. É preciso deixar bem claro que este sistema de classificação é na verdade um “certificado de autenticidade”, não necessariamente correlacionado à qualidade dos vinhos: um vinho D.O.C.G não é necessariamente melhor que um IGT ou um vino da tavola, essa classificação garante apenas que as informações do rótulo atendem às exigências mínimas estabelecidas para sua produção.

Afinal, nem é tão confuso assim, não é mesmo? A Itália tem uma forte tradição regional em todas as suas manifestações culturais, folclóricas, idiomáticas e gastronômicas, portanto já seria de se esperar que seus vinhos fossem identificados à partir da sua origem. Nossos roteiros reforçam esse aspecto regional, o que os tornam diferenciados.

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